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Mudanças e Aprendizado [Reflexões sobre o ontem e o hoje]


Como diria Cazuza: "O Tempo não pára".
Após um ano difícil, de significativas mudanças, fui obrigada a me reerguer e me manter em pé. A opção de não carregar um sorriso comigo era inválida, e desistir não estava em meus planos.
Seis anos. Seis anos e meio, sete... Já não interessa mais! Ficou pra trás. Algumas cicatrizes ainda são por vezes lembradas, mas agora, como em um passado distante, que não voltará mais. Como se tivesse sido em uma outra vida. (...e será que não foi?)

Após tomar alguns goles forçados de confiança, no início deste ano, me obriguei a seguir em frente. Dois mil e treze não foi um ano fácil. Definitivamente não foi... mas essa seria a premissa de que coisas muito melhores viriam, não?! Amadurecimento, força, aprendizado... Nada disso se aprende sem que tenha pisado em algumas pedras no caminho. As mesmas pedras que devem ser remanejadas e transformadas em castelos... Lindos e enormes castelos.

E foi com essa premissa que eu segui: Listei, planejei, e conquistei. Conheci pessoas e mais pessoas que me fizeram sorrir, passei por momentos e emoções novas. Entrei em uma oficina de Teatro... Sim! Aquela menina tímida decidiu se abrir para um novo mundo e se redescobrir. Voltei a ser criança, corri de olhos fechados, dancei... Descobri pessoas fortes e lindas que surgiram para dar um pouco mais de cor a minha vida. Aprendi e tenho aprendido muito sobre eu mesma. Sobre preconceitos. Sobre o que é fundamental e necessário para ser feliz.

Entrei então em um curso de dança. São passos, que até então jamais sairiam e que até hoje teimam em não sair... Chego as vezes a pensar em desistir. Que aquilo não é para mim. Tudo parece tão fácil até tentar... mas respiro fundo e me lembro: "Ei Jéssica! Você será o que desejar ser!". Então eu decidi: "Vou continuar tentando, seguindo em frente... Até me transformar naquilo que eu realmente procuro me transformar".

Não que as coisas estejam muito diferentes de outrora. Ainda tenho muito o que mudar, evoluir, crescer. Ainda desejo pular de paraquedas, e descobrir novos lugares, dentro e fora de mim...

... Me transformarei em uma linda borboleta. Passei anos como uma pequenina e sensível lagarta, me encasulei, e finalmente estou me abrindo para a vida. Quero voar por entre as nuvens, livre e colorida. Encontrar caminhos novos e capturar todo o mel que o universo puder me trazer...

Ainda estamos na metade do ano, e ainda tenho muito a viver. Um, dois, trinta ou cinquenta anos para concluir... Mas hoje eu sei: "Me transformarei naquilo que eu desejar ser!"

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